Apoio Emocional para Idosos: A Importância do cuidado além do físico

Cuidados Idosos

À medida que envelhecemos, não são apenas os cuidados físicos que se tornam essenciais, mas também o apoio emocional que desempenha um papel crucial em nossa qualidade de vida. Para os idosos, a atenção às suas necessidades emocionais é muitas vezes subestimada, mas é um componente vital para o seu bem-estar global. Neste artigo, exploraremos a importância do apoio emocional para idosos e como os cuidadores podem desempenhar um papel significativo nesse especto fundamental.

 A Solidão na Terceira Idade: Um desafio emocional comum

A solidão é uma realidade frequentemente enfrentada por muitos idosos, especialmente aqueles que vivem sozinhos ou que têm limitações de mobilidade. A perda de amigos, familiares e, por vezes, a incapacidade de participar de atividades sociais pode levar a sentimentos de isolamento. Esse estado emocional pode ter impactos significativos na saúde mental e física dos idosos.

A Importância do apego emocional: conexões que nutrem a alma

A necessidade de conexão emocional não diminui com a idade. Na verdade, ela pode se tornar ainda mais crucial à medida que enfrentamos as complexidades do envelhecimento. O apoio emocional oferece aos idosos um senso de pertencimento, significado e segurança. Cuidadores atentos podem ajudar a construir e manter essas conexões vitais.

Como os cuidadores podem oferecer apoio emocional: estratégias práticas

1 – Comunicação empática:

   – Desenvolva uma escuta ativa para compreender as preocupações e sentimentos do idoso.

   – Seja paciente e demonstre interesse genuíno em suas histórias e experiências.

2 – Promova atividades sociais:

   – Organize encontros familiares ou amigáveis para incentivar interações sociais.

   – Facilite a participação em grupos de interesses comuns.

3 – Estimule o envolvimento em atividades recreativas:

   – Explore hobbies que tragam alegria e satisfação.

   – Participação em eventos culturais ou recreativos pode proporcionar momentos significativos.

4 – Incentive a expressão emocional:

   – Crie um ambiente seguro para que o idoso compartilhe seus sentimentos.

   – Encoraje a expressão através de arte, música ou outras formas criativas.

5 – Esteja atento a sinais de depressão ou isolamento:

   – Observe mudanças no comportamento que possam indicar problemas emocionais.

   – Procure ajuda profissional se necessário.

Ao oferecer apoio emocional, os cuidadores não apenas aliviam a solidão dos idosos, mas também contribuem para a promoção de um envelhecimento saudável e significativo. A atenção às necessidades emocionais, combinada com os cuidados físicos, cria um ambiente de cuidado holístico que respeita e valoriza a dignidade dos idosos. O apoio emocional não é apenas uma responsabilidade, mas uma oportunidade para enriquecer as vidas daqueles que envelheceram com sabedoria e experiência.

Prevenção de Quedas em Idosos: Estratégias para um Ambiente Mais Seguro

Cuidados Idosos

À medida que envelhecemos, a preocupação com a segurança torna-se uma prioridade, especialmente quando se trata da prevenção de quedas em idosos. As quedas podem ter consequências significativas para a saúde e a qualidade de vida dos idosos, sendo, muitas vezes, evitáveis com medidas adequadas. Neste artigo, exploraremos estratégias eficazes para minimizar o risco de quedas em idosos, com especial enfoque em modificações no ambiente doméstico.

1 – Avaliação de Riscos:

Antes de implementar quaisquer alterações, é fundamental realizar uma avaliação completa dos riscos no ambiente doméstico. Identificar áreas potencialmente perigosas, como tapetes escorregadios, fios soltos ou degraus irregulares, é o primeiro passo para criar um ambiente mais seguro.

2 – Iluminação Adequada:

A visão desempenha um papel crucial na prevenção de quedas. Assegure-se de que a iluminação em todos os espaços é suficiente, eliminando áreas de sombra. Utilize lâmpadas de intensidade adequada e instale luzes noturnas em corredores e casas de banho para facilitar a navegação durante a noite.

3 – Adequação do Mobiliário:

A disposição do mobiliário pode impactar significativamente a segurança. Mantenha os corredores desobstruídos, evite tapetes escorregadios e certifique-se de que os móveis não dificultam a circulação. Considere a instalação de corrimãos em corredores e escadas para fornecer apoio adicional.

4 – Calçado Adequado:

Incentive o uso de calçado adequado, com solas antiderrapantes e um ajuste confortável. Certifique-se de que os sapatos são apropriados para diferentes atividades, seja caminhar dentro de casa ou sair para o exterior.

5 – Uso de Equipamentos de Apoio:

Se necessário, introduza o uso de equipamentos de apoio, como bengalas ou andarilhos. Estes dispositivos podem fornecer estabilidade adicional, especialmente em terrenos irregulares ou ao subir escadas.

6 – Exercícios de Fortalecimento e Equilíbrio:

Incorporar rotinas de exercícios específicos para fortalecer músculos e melhorar o equilíbrio é crucial. Consultar um fisioterapeuta ou profissional de saúde pode ser benéfico para desenvolver um programa personalizado.

7 – Monitorização da Medicação:

Alguns medicamentos podem causar tonturas ou desequilíbrio. Certifique-se de que o idoso está ciente dos efeitos colaterais dos seus medicamentos e consulte o médico se houver preocupações.

Conclusão:

A prevenção de quedas em idosos é uma abordagem holística que envolve modificações no ambiente doméstico, a promoção de calçado adequado, a implementação de dispositivos de apoio e a incorporação de práticas de exercício. Ao adotar essas estratégias, podemos criar um ambiente seguro e apoiar os idosos na manutenção da sua independência e qualidade de vida.

Lembre-se sempre de que a segurança é uma jornada contínua. Reavaliar o ambiente regularmente e ajustar as estratégias conforme necessário garantirá um espaço seguro e acolhedor para os idosos desfrutarem da sua vida diária.

A Importância da Atividade Mental na Terceira Idade: Estimular mentes com Jogos de Memória, Quebra-Cabeças e Leitura

Estimulo Idoso

O envelhecimento é uma parte natural da vida, e a terceira idade é uma fase que muitos de nós esperam com ansiedade. No entanto, com o passar dos anos, é crucial cuidar não apenas da saúde física, mas também da saúde mental. A atividade mental desempenha um papel fundamental na manutenção da cognição e da qualidade de vida dos idosos. Neste artigo, exploraremos a importância da atividade mental na terceira idade e como jogos de memória, quebra-cabeças e leitura podem ser ferramentas valiosas para estimular a mente dos idosos.

 Mente Ativa, Envelhecimento Saudável

 O processo de envelhecimento traz consigo mudanças em várias áreas do corpo, incluindo o cérebro. A redução do número de células cerebrais e mudanças na comunicação entre elas podem levar a declínios cognitivos, como perda de memória e diminuição da capacidade de concentração. No entanto, a boa notícia é que a mente é como um músculo que pode ser exercitado e fortalecido.

 A atividade mental regular é crucial para manter o cérebro saudável e ativo na terceira idade. Estudos mostraram que os idosos que se envolvem em atividades que desafiam a mente têm menos probabilidade de desenvolver demência e outras condições relacionadas à idade. Isso ressalta a importância de estimular a mente dos idosos e promover um envelhecimento saudável.

 Jogos de Memória: Um Desafio Divertido

 Os jogos de memória são uma excelente maneira de estimular a mente dos idosos. Esses jogos desafiam a memória de curto e longo prazo, a capacidade de concentração e a agilidade mental. Além disso, eles proporcionam uma sensação de realização e diversão.

 Existem várias opções de jogos de memória, desde os tradicionais jogos de cartas até versões digitais em dispositivos móveis. A escolha do jogo pode depender das preferências individuais, mas o importante é tornar essa atividade uma parte regular da rotina.

 Quebra-Cabeças: Montar o Quebra-Cabeça da Mente

 Os quebra-cabeças são outra maneira eficaz de manter a mente dos idosos ativa. Montar um quebra-cabeça requer paciência, raciocínio lógico e habilidades visuais, tudo isto é essencial para o funcionamento cognitivo saudável.

 Os quebra-cabeças estão disponíveis em uma variedade de temas, tamanhos e complexidades, tornando-os adequados para diferentes níveis de habilidade. À medida que os idosos se tornam mais proficientes em montar quebra-cabeças, podem passar para desafios mais complexos, mantendo a sua mente em constante atividade.

 Leitura: Alimentar a Mente com Conhecimento

 A leitura é uma atividade mental valiosa que oferece inúmeros benefícios para idosos. Ela mantém a mente ativa, expande o vocabulário e estimula a imaginação. Além disso, a leitura permite que os idosos continuem a aprender, o que é essencial para manter a cognição afinada.

 Recomenda-se que os idosos escolham uma variedade de géneros e tópicos de leitura para manter a mente diversificada. Grupos de leitura podem ser uma ótima maneira de partilhar interesses e interagir socialmente.

 A atividade mental na terceira idade desempenha um papel crucial na promoção de um envelhecimento saudável e na prevenção de declínios cognitivos. Jogos de memória, quebra-cabeças e leitura são ferramentas poderosas para estimular a mente dos idosos, proporcionando desafios intelectuais, diversão e oportunidades de socialização. Incentivar os idosos a incorporar essas atividades nas suas rotinas diárias pode contribuir para uma qualidade de vida melhor e mais plena durante a terceira idade. Portanto, vamos abraçar a importância da atividade mental e ajudar os nossos entes queridos a envelhecer com uma mente mais ativa e saudável.

 

Nutrição Adequada para Idosos: Dicas e Informações

alimentação

Nutrição Adequada para Idosos: Dicas e Informações sobre a Importância de uma Dieta Equilibrada e Adaptada às Necessidades dos Idosos

À medida que envelhecemos, a nossa saúde e bem-estar dependem cada vez mais de escolhas alimentares sábias. Uma dieta adequada desempenha um papel vital na promoção da saúde e na prevenção de doenças em todas as fases da vida, mas é particularmente crucial para os idosos. À medida que envelhecemos, os
nossos corpos passam por mudanças que podem afetar nossa capacidade de absorver nutrientes e, portanto, a importância de uma dieta equilibrada e adaptada às necessidades dos idosos torna-se evidente.

Por que a nutrição é crucial para os idosos?

A nutrição desempenha um papel crucial na manutenção da saúde em todas as idades, mas à medida que envelhecemos, os nossos corpos enfrentam desafios
adicionais. Aqui estão algumas razões pelas quais a nutrição é fundamental para os idosos:

1. Manutenção da massa muscular: Com o avanço da idade, ocorre uma perda natural de massa muscular, conhecida como sarcopenia. Uma dieta rica em
proteínas e exercícios adequados são essenciais para ajudar a preservar a força muscular.

2. Saúde óssea: A osteoporose, uma condição que enfraquece os ossos, é mais comum em idosos. O cálcio e a vitamina D são nutrientes essenciais para a saúde óssea e devem ser incluídos na dieta.

3. Função cognitiva: Alguns nutrientes, como os ácidos graxos ômega-3 e antioxidantes, têm sido associados à melhoria da função cognitiva e à redução do risco de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.

4. Sistema imunológico: À medida que envelhecemos, o nosso sistema imunológico enfraquece. Uma dieta rica em vitaminas e minerais pode ajudar a manter a imunidade e a proteger contra infeções.

5. Controlo de doenças crónicas: Muitos idosos lidam com condições crónicas, como diabetes, hipertensão e doenças cardíacas. Uma dieta equilibrada pode
ajudar a controlar essas condições e melhorar a qualidade de vida.

Dicas para uma dieta equilibrada para idosos:

Aqui estão algumas dicas e informações importantes sobre como adaptar a dieta de um idoso para atender às suas necessidades específicas:

1. Inclua proteínas de alta qualidade:

As proteínas são essenciais para manter a massa muscular e a força. Inclua fontes de proteínas magras, como peixe, frango, ovos, laticínios com baixo teor de gordura e leguminosas.

2. Priorize alimentos ricos em fibras:

A fibra ajuda na digestão e na regulação do açúcar no sangue. Opte por grãos integrais, frutas, vegetais e legumes para garantir a ingestão adequada de fibras.

3. Mantenha-se hidratado:

A desidratação pode ser um problema sério para os idosos. Certifique-se de beber água regularmente e inclua alimentos ricos em água, como melancia e pepino, em sua dieta.

4. Controlo o consumo de sódio:

O controlo da pressão arterial é essencial para a saúde cardíaca. Reduza o consumo de alimentos processados, que geralmente são ricos em sódio, e use ervas e especiarias para temperar a comida em vez de sal.

5. Não ignore a vitamina D e o cálcio:

Estes nutrientes são essenciais para a saúde óssea. Inclua laticínios com baixo teor de gordura, vegetais de folhas verdes e alimentos enriquecidos com vitamina D na sua dieta.

6. Consulte um profissional de saúde:

Cada pessoa é única, e as necessidades nutricionais podem variar. Consultar um nutricionista ou médico para criar um plano alimentar adaptado às necessidades individuais é uma escolha inteligente.

Em resumo, a nutrição adequada desempenha um papel vital na promoção da saúde e no bem-estar dos idosos. Uma dieta equilibrada, rica em proteínas, fibras, vitaminas e minerais, pode ajudar a prevenir doenças, manter a independência e melhorar a qualidade de vida na terceira idade. Portanto, dedicar tempo e  esforço para criar e seguir um plano alimentar adaptado às necessidades dos idosos é um investimento valioso na saúde a longo prazo.

 

Frio: Manter os idosos seguros?!

coccix

Frio: Manter os idosos seguros?!

A maior parte das pessoas sente frio de vez em quando, principalmente no inverno. Mas o que você pode não saber é que estar muito frio pode realmente  provocar problemas de saúde.

Isto é ainda mais válido para a população idosa, que perde calor corporal de forma extremamente rápida; à medida a que envelhecemos, este processo torna-se cada vez mais depressa. As mudanças que ocorrem no nosso corpo com o envelhecimento podem até dificultar a identificação da sensação de frio, o que pode ser um problema grave.

Um resfriado pode tornar-se numa complicação de saúde antes que o idoso sequer se aperceba –  é a chamada hipotermia. No contexto em que vivemos, de  pandemia pela COVID-19, evitar idas ao hospital é ainda mais necessário.

O que é a hipotermia?

Este é o processo em que a temperatura corporal atinge níveis muito baixos. Para os mais velhos, ter menos de 35 o  pode acarretar outras complicações como ataques cardíacos, danos ao nível do fígado e dos rins, entre outros.

Andar na rua nos dias mais gélidos, como aqueles que agora vivemos em que a neve e geada são bem visíveis, ou ter a casa excessivamente fria pode levar a episódios de hipotermia.

Mantenha sempre os idosos a seu cuidado longe de locais com baixas temperaturas e não deixe de prestar atenção ao termómetro. Assim poderá evitar entrar num estado de hipotermia.

Mantenha a casa quente

Viver num espaço frio pode causar este problema. Além de poder utilizar aquecedores, ar condicionado ou outros equipamentos de climatização, além de lareiras ou salamandras, usar roupas quentes é também muito importante.

Preste especial atenção aos seniores com problemas prévios de saúde. Feche bem as portas e tente minimizar ao máximo as correntes de ar frias que podem advir de brechas nas janelas. Tente manter uma temperatura constante entre os 20 0  e os 23 0 .

Para os idosos que vivem sozinhos, pode ser uma dificuldade acrescida notar se está demasiado frio – tal como já referimos, a hipotermia pode surgir sem que a pessoa se aperceba, sentido apenas tonturas, sonolência ou alguma confusão mental.

Para evitar gastos de energia e manter o ambiente acolhedor, feche a porta de todas as divisões que não estiverem a ser usadas. Pode utilizar sacos de areia ou toalhas enroladas junto à soleira das portas para evitar a entrada de ar frio.

Certifique-se de que não está a perder calor através das janelas; para evitar essa situação, pode manter as cortinas e os estores sempre fechados.

O que vestir e o que comer

As roupas devem ser adequadas à época do ano em que estamos, por isso devem ser quentes, mesmo estando dentro de casa se estiver frio. Pode sempre usar cobertores ou mantas, meias e chinelos de inverno.

Durante o sono, os cuidados não devem ser descurados. É muito importante usar calças e camisolas de pijama compridas, meias de materiais quentes como lã, colocar mais cobertores ou lençóis mais quentes.

Comer de forma adequada também é de extrema relevância. Manter um peso saudável ajuda a manter uma temperatura corporal estável – devido à gordura, que ajuda o corpo a manter-se quente.

Beber bastante água e evitar as bebidas alcoólicas é a regra que se deve manter todo o ano e não apenas nos meses mais frios! O álcool pode até levar a uma diminuição da temperatura do corpo.

Se está numa situação de solidão ou conhece algum idoso que viva sozinho, é importante garantir que há sempre alguém disponível para se certificar de que está tudo bem. Peça ajuda a familiares, amigos, vizinhos ou até às autoridades – o Programa Apoio 65, da GNR, identifica idosos isolados e apoia-os.

Por último e muito importante: tenha muito cuidado com os aquecedores dentro de casa. Apesar de serem uma ótima ajuda, é muito importante desligar qualquer aparelho eletrónico ou a gás e apagar lareiras, braseiros ou salamandras antes de dormir – além de evitar curto-circuitos e potenciais incêndios, também se pode evitar intoxicações por monóxido de carbono.

Veja também estas dicas:

  • Use roupa por camadas (duas ou três camisolas e um casaco, meias-calças e calças por cima. Esta é a melhor forma de se manter quente, devido ao ar que circula entre as mesmas.
  • Proteger a cabeça e o pescoço é o primeiro passo para manter a temperatura corporal.
  • Se estiver a nevar ou a chover, use um casaco impermeável.
  • Caso molhe a sua roupa, troque-a assim que possível por peças limpas e secas.

Doenças, medicamentos e o tempo mais frio

Algumas doenças associadas podem impedir que o corpo mantenha uma temperatura estável.

Distúrbios da tiroide, diabetes, Parkinson e artrite são alguns dos problemas que podem contribuir para isto, mas também a perda de memória – pois pode levar a que a pessoa saia para a rua sem a roupa adequada.

Fale sempre com o seu médico sobre estas e outras doenças, de modo a prevenir a hipotermia.

Tomar determinados medicamentos e não ter uma vida ativa também pode alterar a temperatura corporal. Fale sempre com o seu profissional de saúde antes de tomar qualquer medicamento!

Para ter a certeza, pode também perguntar-lhe acerca de:

  • sinais de hipotermia, no seu caso ou da pessoa que tem a seu cuidado, a que se deve prestar atenção;
  • doenças pré-existentes e toma de medicação que contribuam para uma baixa temperatura corporal;
  • formas de manter uma atividade física mesmo quando está frio na rua.

Os sinais de alerta

Por vezes, torna-se difícil dizer se uma pessoa está efetivamente a sofrer de hipotermia. É por isso muito relevante procurar pistas que o consigam confirmar. A casa está demasiado fria? A pessoa está vestida de acordo com a estação mais fria do ano em Portugal? Nota que o falar está mais lento, até arrastado, ou que a pessoa está a ter dificuldade em manter-se equilibrada?

Pode fazer estas perguntas a si mesmo ou mesma e pedir ajuda a tempo! Não se esqueça que esta afeção pode causar confusão mental – daí a importância de se manter em contacto com amigos, familiares ou vizinhos.

Em regra, os primeiros sinais de hipotermia são:

  • mãos e pés frios;
  • cara inchada;
  • palidez geral;
  • tremores (mas não em todos os casos);
  • falar arrastado ou mais lento que o normal;
  • sonolência;
  • sentimento de raiva ou confusão.

Sinais avançados:

  • movimentos lentos, dificuldades de locomoção, cambalear;
  • braços rígidos ou com espasmos, bem como nas pernas;
  • batimento cardíaco baixo;
  • respiração lenta;
  • desmaios ou perda de consciência.

Ligue para o 112 se estiver ou estiver com alguém que apresente estes sinais!

Depois de telefonar, pode fazer o seguinte:

  • Mova a pessoa com cuidado para um local mais quente.
  • Embrulhe a pessoa num cobertor quente, toalhas ou casacos. Até a sua temperatura corporal é uma ajuda.
  • Ofereça uma bebida quente à pessoa, mas evite álcool e a cafeína.
  • Não esfregue os braços ou as mãos da pessoa!
  • Não arrisque: não dê banho à pessoa em hipotermia.
  • Não utilize cobertores ou toalhas elétricas.
  • Ida às urgências e tratamento.

Nos centros de emergência, os profissionais de saúde podem utilizar um aparelho específico para medir temperaturas corporais baixas. O aquecimento pode ser feito de dentro para fora, com a administração de fluidos através de um procedimento intravenoso. A recuperação depende de quanto tempo esteve o paciente exposto ao frio e a sua condição geral de saúde.

 

Dor no cóccix o que é?

coccix

Dor no cóccix o que é?

A dor no cóccix, é um problema que atinge o osso do cóccix, que é um pequeno osso, o último da coluna vertebral, articulado ao sacro formando a articulação sacro-coccígea.

Possui vários ligamentos, responsáveis por manter a sua posição e também músculos que ajudam na sua mobilidade e que o relacionam com o esfíncter anal e bexiga.

Os sintomas mais frequentes são:

  • Dor e dificuldade ao sentar, levantar ou deitar de barriga para cima
  • Inchaço, calor e vermelhidão na região
  • Se houver infeção, como no caso do quisto pilonidal, pode haver a presença de pus, podendo até irradiar a dor para os membros inferiores.
  • Evacuar pode ser muito desconfortável, uma vez que força os ossos da região pélvica
  • Dor e dificuldade em andar porque cada passo dado pode fazer a dor latejar e pressionar o cóccix

Tratamentos:

– Os tratamentos de fisioterapia podem ajudar a diminuir a dor e a inflamação do cóccix, a relaxar, a melhorar a força muscular e a flexibilidade.

– As compressas de gelo podem dar uma ajuda importante no período de recuperação devido ao seu efeito anti-inflamatório e de alívio da dor. Podem ser  aplicadas 3 a 5 vezes por dia, durante 20 minutos.

As compressas ou bolsa de água quente também podem ser utilizadas como medida para ajudar a aliviar a dor. O fisioterapeuta pode recomendar o contraste  entre a aplicação local de compressas de gelo seguida da quente.

– A acupuntura, devido a seus efeitos analgésicos e anti-inflamatórios, pode ser usada no alívio das dores coccígeas.

Existem várias almofadas ou assentos ortopédicos que podem ajudar a aliviar a dor no cóccix. A escolha da almofada deve ser orientada por um profissional de saúde como o médico, enfermeirofisioterapeuta, terapeuta ocupacional ou ortoprotésico que vai avaliar as características do utilizador e recomendar a melhor almofada, que para além de aliviar a pressão na região do cóccix deve proporcionar um melhor posicionamento e postura na posição de sentado.

Em situações mais graves de doentes com dor crónica no cóccix pode ser recomendado o uso de um colchão ortopédico que ajude a aliviar a dor e a pressão da região sacro-coccigea proporcionando o melhor posicionamento e conforto quando o doente estiver deitado na cama.

Medicação

O médico poderá prescrever analgésicos e anti-inflamatórios para a dor no cóccix. Em situações em que exista infeção poderá também ser prescrito antibiótico. Nunca recorra à auto-medicação.

Cirurgia

Em casos, como lesões graves ou quisto pilonidal, pode ser necessária cirurgia para solucionar a dor no cóccix.

Os Auxiliares à mobilidade!

auxiliares-mobilidade

Os Auxiliares à mobilidade!

Os dispositivos auxiliares à mobilidade são concebidos para ajudar as pessoas que têm problemas em
deslocar-se e ter maior liberdade e independência.

Normalmente, as pessoas com deficiências ou os idosos que correm risco acrescido de cair, muitas vezes
escolhem utilizar ajudas de mobilidade.

Estes dispositivos proporcionam vários benefícios a quem os utiliza, incluindo maior independência,
redução do nível de dor, maior confiança e autoestima.

Existe uma grande diversidade de dispositivos de mobilidade para satisfazer as necessidades especificas
de cada pessoa, como bengalas  , muletas,  andarilhoscadeiras de rodas , scooters e elevadores de escadas,  entre outros.

Muitos idosos utilizam um andarilho desdobrável para os ajudar a moverem-se de forma mais segura e
independente. Mas aprender a utilizar corretamente um andarilho requer alguma prática, dado que os
movimentos nem sempre são intuitivos.

O mesmo se aplica a outros auxiliares de mobilidade. Mais importante ainda, a utilização incorreta de
um andarilho ou de um auxiliar de marcha pode de facto aumentar o risco de queda ou as dores no
corpo.

É necessário ajustar o aparelho à altura correta, como caminhar usando o aparelho, como sentar e ficar
de pé em segurança com o dispositivo, e partilhar a segurança geral, o que faz e o que não faz. A
utilização correta de um dispositivo exigirá sempre alguma prática.

Por exemplo, saber usar corretamente uma bengala não é tão óbvio como parece. Muitos idosos usam
bengalas para melhorar o equilíbrio, obter apoio e reduzir o seu risco de quedas.

Mas usar uma bengala incorretamente pode causar complicações e aumentar o risco de queda. A
utilização da técnica correta mantém o idoso seguro e ajuda-o a obter o máximo benefício da sua
bengala.

As instruções do médico, enfermeira ou fisioterapeuta  podem ser também uma grande ajuda para mostrar ao
idoso a melhor forma de usar os dispositivos.

Muitas pessoas idosas usam os seus móveis para se agarrarem quando andam em casa. Agarram-se ao
sofá ou à bancada, ou mesmo às paredes.

Como estão em casa, sabem onde tudo está, e isso faz com que se sintam mais seguros. No entanto,
quando saem de casa, podem encontrar mais desafios porque não sabem onde as coisas estão para se
agarrarem e para se equilibrarem, arriscando-se assim a cair e a magoarem-se.

Por vezes, os idosos também arrastam os pés, o que pode facilmente provocar quedas. Também podem
caminhar de forma diferente a coxear ou favorecendo um dos lados do corpo.

Mesmo que possam caminhar sem cair, correm o risco de causar desequilíbrios musculares, e isso pode
fazer com que surjam dores no corpo.

Desta forma, os dispositivos auxiliares à marcha, podem ser uma ajuda muito importante e saber utilizá-
los é fundamental.

 

Sinais de Stress nos Idosos ?! Como minimizar?

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Quais são os sinais precoces de stress nos idosos?

Por vezes o stress passa despercebido simplesmente porque tendemos a estar habituados a
esta forma de estar. É uma condição familiar, e em muitas ocasiões parece inevitável.

Mas quando podemos ver o stress como um processo evolutivo e compreender que o stress
não tem de estar sob controlo, podemos tomar medidas e ajudar os idosos a fazê-lo também.

Quando também nos familiarizarmos com um estado de relaxamento e presença a cada
momento, os momentos de stress tornar-se-ão mais percetíveis e será necessária uma atenção
proactiva para o problema.

Os cuidadores, poderão observar as formas de estar de um idoso de dia para dia e anotar
quaisquer mudanças. Ao tomar nota do seu bem-estar e comportamentos gerais é importante
prestar particular atenção a fatores específicos.

Estes são alguns exemplos a que se deve estar atento:

  • Mudanças nos hábitos alimentares
  • Mudanças de humor
  • Maior irritabilidade
  • Ansiedade
  • Tristeza
  • Indiferença
  • Euforia ou excesso de atividade incomum
  • Dificuldades com a memória a curto prazo
  • Dificuldades de concentração
  • Padrões pouco usuais de julgamento
  • Retirada e isolamento
  • Menos atenção à higiene pessoal e autocuidado
  • Dores de cabeça de tensão
  • Mais dores do que o habitual e dores no corpo em geral
  • Doença frequente
  • Ganho ou perda de peso
  • Dificuldades em dormir
  • Baixa energia
  • Fadiga

Como se pode ajudar a minimizar o stress para os idosos?

Tal como com outras experiências emocionais poderosas, o stress pode por vezes parecer
tomar o lugar principal e estar no controlo de tudo.

Ajudar o idoso a afastar-se e olhar para a experiência de stress como algo que vai passar em
vez de ficar preso no seu interior, pode ajudar o stress a ser ultrapassado e dominado.

O primeiro passo é aceitar e reconhecer que o stress é uma parte natural da vida.

Depois é conhecer os fatores de stress e como são esses sinais de stress para o idoso, porque o
que é stressante para uma pessoa não é necessariamente stressante para outra.

Saber como são os sinais de stress e onde eles ocorrem no corpo pode ser extremamente útil.
Pode ser uma tensão nas costas ou pescoço ou uma perturbação no estômago.

Sentir os músculos do rosto tenso ou os dentes a apertar, são outros exemplos. Reconhecer
a sensação e onde ela se encontra no corpo permite trabalhar essa mesma sensação no
sentido de a desanuviar.

Outro componente importante é identificar o que causou o stress. Reconhecer os estímulos e
as respostas emocionais, comportamentais e físicas que o idoso tem ao stress é crucial.

Só então se poderá tomar medidas e fazer alterações para mitigar o stress. Haverá sempre
alguma forma de stress nas nossas vidas, mas o objetivo é mantê-lo controlável.

Finalmente, quando se trata da prevenção, pode ser diferente para todos os idosos. Para
alguns, pode significar dormir mais, fazer exercício físico regular ou tomar vitaminas, enquanto
outros podem beneficiar da reflexão, atenção e aceitação.

Não importa como ou o que se opte por fazer para mitigar o stress, a prevenção diária é
fundamental. Identificar as fontes de stress pode ser incrivelmente útil, uma vez que
transforma esta experiência, de outro modo esmagadora, numa relação de causa e efeito mais
tangível.

Orientar os idosos para verem que a tomada de medidas em torno das suas causas de stress
pode ser um método direto de dissolução do próprio stress.

Uma maior consciencialização e a utilização de técnicas de relaxamento podem na realidade
tornar-se partes significativas das capacidades de um idoso para alívio do stress e melhor
qualidade de vida em geral.

A criação de rotinas diárias para praticar o relaxamento em conjunto com familiares ou
cuidadores é uma ótima forma de reiniciar o processo do stress e de como lidar com ele.

Isto pode envolver uma rotina suave de yoga que se pode fazer a partir de uma cadeira, uma
meditação guiada para atrair o foco para o momento presente, ou um diário para ajudar o
idoso a partilhar as suas experiências e sentimentos.

Dar passeios na natureza também pode ser um alívio do stress e ajudar a chamar a atenção
para a positividade à volta.

Quedas?

audaz-ajuda-quedas

Quedas?

À medida que as pessoas envelhecem, perdem normalmente equilíbrio, força, mobilidade e
flexibilidade, o que aumenta o risco de quedas.

As mudanças físicas graduais do envelhecimento contribuem para um maior risco de queda
para os mais velhos.

Depois de um idoso cair uma vez, a probabilidade de cair novamente duplica, o que significa
que há mais de 50% de probabilidade de uma segunda queda.

Esta situação é preocupante porque as quedas são uma das principais causas de perda de
independência e capacidade para os idosos.

É por isso que é importante que as pessoas mais velhas façam regularmente exercícios que se
concentrem na melhoria destas áreas funcionais. O mais importante é que o idoso não caia
nem se magoe enquanto se exercita.

O mais importante é que o idoso possa fazer exercícios que ajudam a sua saúde, mas de uma
forma segura e o mais confortável possível.

Nos idosos, as quedas causam tipicamente fraturas na anca e lesões na cabeça. São também a
principal causa de morte por lesão, muitas vezes por traumatismo craniano.

Mesmo que uma lesão não seja fatal, as quedas têm graves consequências a longo prazo para
os idosos porque os seus corpos normalmente não são capazes de recuperar totalmente.

Incentivar o exercício seguro e regular para construir força, equilíbrio e flexibilidade, fazer
check-ups regulares com o médico e oftalmologista para detetar problemas precocemente,
são outras medidas importantes.

Além disso, utilizar corretamente andarilhos e bengalas devidamente equipados, usar sapatos e chinelos confortáveis de apoio e
devidamente equipados com sola antiderrapante, é fundamental.

Por tudo isto é muito importante que os idosos façam exercício regularmente para reduzir o
risco de queda. Os exercícios simples em casa aumentam o equilíbrio e a força para os
movimentos que o idoso necessita para as atividades diárias.

Estas atividades físicas podem ser facilmente realizadas em casa utilizando objetos domésticos
como mesas e cadeiras para apoio ou apenas o corpo.

Deve-se também garantir que a pessoa idosa é suficientemente estável e forte para lidar com
os exercícios antes de iniciar esta rotina regularmente.

O objetivo principal é providenciar a segurança necessária para que o idoso se possa exercitar à
vontade e alcance o bem-estar que necessita.

Juntos Valorizamos a Vida!

 

Arritmia cardíaca

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Arritmia cardíaca

Uma grande parte das pessoas experimenta uma palpitação cardíaca ou uma mudança no seu
batimento cardíaco em algum momento das suas vidas.

Todos os batimentos cardíacos irregulares resultam de algum tipo de anomalia elétrica no
sistema cardiovascular, e é necessária uma avaliação por um cardiologista para interpretar a
causa da irregularidade.

Em Portugal, em média, cerca de 10 mil pessoas sofrem de morte súbita cardíaca anualmente,
muitas vezes provocada por arritmia.

Esta situação ocorre com mais frequência nas faixas etárias mais velhas, no entanto também
pode afetar jovens que tenham uma doença cardíaca que não foi diagnosticada e não
apresenta sintomas.

O que é a arritmia cardíaca?

Arritmia benigna

Estas alterações dos batimentos cardíacos podem desaparecer espontaneamente, podendo
ser facilmente controlado com medicamentos receitados pelo médico e com a prática de
atividades físicas regulares.

No entanto, deve haver consultas periódicas com o cardiologista para que sejam realizados
exames cardíacos periódicos para verificar a atividade do coração.

Arritmia maligna

As alterações não desaparecem espontaneamente e pioram com o esforço ou prática de
exercícios físicos, podendo levar à morte caso não seja tratada de forma rápida e adequada.

Quais as causas?

As causas que contribuem para o desenvolvimento de arritmias são muito variadas e podem
ser iguais aos sintomas de outras doenças.

Algumas das causas que podem desencadear arritmias são:

  • Anemia
  • Ansiedade
  • Stress
  • Medo
  • Medicamentos para emagrecer
  • Exercícios físicos
  • Febre
  • Baixos níveis de oxigênio no sangue
  • Doença das válvulas cardíacas
  • Hipertiroidismo
  • Fatores genéticos
  • Consumo de álcool em excesso afeta os impulsos elétricos do coração
  • Doença cardíaca congénita

Qual é o tratamento?

O tratamento da arritmia vai sempre depender da causa que a originou, mas o objetivo
principal é controlar ou eliminar os batimentos cardíacos irregulares, quer sejam lentos ou
rápidos ou um misto. Assim, o tratamento vai depender do diagnóstico estabelecido pelo
médico.

Os tipos de tratamento usados são:

Choque elétrico, cardioversão elétrica ou desfibrilação

Tem como função reorganizar o ritmo cardíaco em alguns tipos de arritmias mais urgentes.

Medicamentos

Os medicamentos são indicados pelo cardiologista para controle dos sintomas e regularização
dos batimentos cardíacos.

Implantação de pacemaker

É um aparelho constituído por uma bateria de longa duração que tem como função assumir o
comando do coração conforme a programação determinada pelo médico. Ajuda a controlar os
ritmos cardíacos anormais.

O pequeno dispositivo é colocado debaixo da pele, perto da clavícula, num procedimento
cirúrgico simples. Um fio isolado estende-se desde o dispositivo até ao coração, onde está
permanentemente ancorado.

Se o pacemaker detetar um ritmo cardíaco anormal, emite impulsos elétricos que estimulam o
coração a bater a um ritmo normal.

Cardioversor-desfibrilhador implantável (CDI)

Este dispositivo é recomendado quando o batimento cardíaco é perigosamente rápido ou
irregular na metade inferior do coração.

É colocado debaixo da pele no peito com o objetivo de detetar e terminar ritmos cardíacos
irregulares graves, que tenham origem nos ventrículos do coração, como é o caso da arritmia.

É frequentemente implantado para prevenção de morte súbita cardíaca.

Um CDI é uma unidade alimentada por bateria que é implantada sob a pele perto da zona da
clavícula. Um ou mais fios com ponta de elétrodo do CDI passam através das veias até ao
coração.

Este aparelho faz a monitorização contínua do ritmo cardíaco e se detetar um ritmo cardíaco
anormal, envia choques de baixa ou alta energia para repor o coração a um ritmo normal.

O dispositivo não impede a ocorrência de um ritmo cardíaco anormal, mas trata-o caso ocorra.

Cirurgia

Em alguns casos, a cirurgia pode ser o tratamento recomendado para as arritmias cardíacas.
Existem vários tipos de cirurgia que podem ser aplicados:

Procedimento de labirinto

O cirurgião faz uma série de incisões cirúrgicas no tecido do coração na metade superior do
coração para criar um padrão ou labirinto de tecido cicatrizado. Como este tecido não conduz
eletricidade, interfere com os impulsos elétricos irregulares que provocam alguns tipos de
arritmia.

Cirurgia de bypass coronário

Este procedimento cirúrgico tem como objetivo melhorar o fluxo de sangue para o coração.

Cirurgia de cauterização ou ablação

É feita uma queimadura bastante localizada e precisa, que irá impedir ou dificultar novas crises
de arritmia. O procedimento dura algumas horas, podendo ser necessário anestesia geral.

Em qualquer destes tratamentos as indicações do médico devem ser seguidas à risca, para
evitar complicações ou efeitos nefastos.

Qual a prevenção da arritmia cardíaca?

A principal estratégia para prevenir a ocorrência de arritmias cardíacas é a redução do stress
e adotar um conjunto de práticas que possam atenuar os fatores de risco, como por
exemplo:

  • Não fumar
  • Adotar uma alimentação equilibrada e pobre em gorduras
  • Praticar exercícios regularmente
  • Aplicar técnicas de controle do estresse como ioga, tai chi ou meditação
  • Garantir que a pressão arterial e o nível de colesterol estejam sob controle

Um coração saudável é essencial para viver uma vida longa e feliz, fazendo tudo o que é do
agrado pessoal e passando o tempo com a família e amigos.

É importante falar com o médico caso se manifestem estes sintomas, mesmo que pareçam
insignificantes, porque as doenças e outras condições não tratadas podem evoluir para
problemas de saúde mais graves e, muitas vezes, intratáveis ou mesmo fatais.

Na AudazAjuda, existe uma gama completa de produtos e serviços  que dão uma ajuda
importante no apoio e no conforto a quem sofre de arritmias ou problemas cardíacos,
disponibilizando cuidados de saúde ao domicilio e produtos de apoio para comprar ou alugar.

Os nossos profissionais de saúde e mobilidade encontram as melhores soluções para cada caso
específico. Temos também disponível uma linha de apoio de enfermagem 24h/dia 365 dias do
ano.